Fatias finas de mim

Para mostrar de onde tirei a inspiração para a citação de Kafka no texto do último post, está aqui. Veio do livro de ilustrações de Robert Crumb, que comprei em uma livraria ótima quando estive em Rio Branco. Em Manaus, não adianta procurar.
Não sei quantas vezes já citei Kafka nos meus textos, o certo é que nunca cansei. Já sou fã perpétuo desse autor. Kafka, com simplicidade, relata as angústias do homem moderno com muita simplicidade, e esquisitice. Paro aqui. O bom de Kafka são as sensações que provoca por meio da sua literatura. Procuro fugir das biografias explicativas que não permitem ler um livro sem sentir essas sensações, que são livres de ser diferentes das que qualquer outro pode ter.
Nesse livro de Crumb, as histórias das personagens de Kafka, inclusive ele mesmo, são contadas em forma de quadrinhos. Os textos são de David Zane Mairowitz. Mas é bom começar lendo o Kafka original. É esquisito, mas não é torturante. A Metamorfose dá pra ler numa leitura só – se sua sensação for a mesma que eu tive.
Está aí a dica!
Abraços.

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